Família AnimaTherapy

Somos gratos a todos os tutores que, em algum momento, nos deram a oportunidade de proporcionar bem-estar aos peludos que hoje fazem parte da família AnimaTherapy. Somos gratos também por ter encontrado vocês, tutores tão especiais, que se preocupam com a qualidade de vida de seus filhos peludos e buscam o melhor para eles.

Gratidão e respeito são nossos sentimentos por todos vocês, tutores e peludos!

Clique nas imagens para conhecer a história de cada membro da nossa família!

Conheça a história dos peludos da matilha AnimaTherapy

Kuki

Kuki foi a primeiro a entrar na família, há 10 anos. Foi no ano de 2006 que adotamos esse fofo magricelo de um rapaz que estava com ele dentro de uma caixa de papelão. Foi uma grande alegria!

Desde pequeno magrinho com as pernocas compridas, extremamente ágil e louco, alucinado por bolinha. Não podíamos nem pronunciar a palavra “bolinha” que pronto, ele ficava maluco (tanto que fomos obrigados a achar uma alternativa, e hoje a palavra secreta é “bolota”).

Hoje ele mora em Curitiba: foi cuidar da vovó depois que a Babi, sua irmãzinha curitibana, virou estrelinha.

Kuki

Lobo, hoje com 9 anos, foi resgatado por nós no interior de São Paulo. Depois de abandonado em uma estrada de terra, ficou por dias andando pelas matas da região. Quando foi encontrado, estava debilitado, com miíase na base da cauda, e muito desnutrido.

Após 7 anos de convívio, podemos dizer que conseguimos devolver a ele a dignidade de viver, em um lugar com muito verde, espaço, todo cuidado necessário e, claro, muito, mas muito amor!

Ele é um guerreiro, um cão de extrema docilidade e gratidão. Para ele, estar ao nosso lado é o que basta! E, para nós, tê-lo como parte da família é uma grande honra.

Kuki

Mel chegou meio que por acaso, ou melhor, por pura esperteza.

Num dia chuvoso, enquanto fazíamos um boletim de ocorrência numa delegacia de São Paulo, lá estava ela, com aquela carinha que todos já devem imaginar: “posso ir com vocês?”. Saímos e lá veio ela atrás. Abrimos a porta do carro e, muito esperta, ela entrou rapidamente e se ajeitou no formato “bolinha” no chão.

Bom, aí já podem imaginar, viajou durante 3 horas, dormindo calmamente, e foi parar no sítio. Lá chegando, nada dessa peluda fazer xixi. Espantosamente, só fez quando colocamos um jornal. Isso mostra que já teve casa e família. Ou seja: mais uma vez, um caso de abandono.

Kuki

A próxima foi a Paçoca, mais conhecida como “Kinder Ovo”!

Pois bem, 15 dias depois que a Mel tinha aterrissado no sítio, eis que apareceu um bebezinho. Sim, isso mesmo. Um único bebezinho de uma mamãe que ninguém sabia que estava prenhe. A informação que tínhamos quando a vimos na delegacia era de que já havia parido, mas, para nossa surpresa, tinha mais um bebê naquela pequena barriguinha.

Bom, Paçoca já nasceu no meio do verde, com muito espaço e muito amor. Agora que cresceu, ela e sua mãe ainda mantêm algum laço (pelo menos o hábito de uma limpar a orelha da outra), mas também se encrencam às vezes. Ah! O Lobo é a sua grande paixão.

Kuki

Pitica veio por último e, como diz o ditado, “sentou na janela”! Após ser tirada do meio de uma grande avenida em Osasco, foi tratada até recuperar a saúde, que estava debilitada.

Ficou para adoção, mas, bem, lá no fundo do coração acho que já queríamos que ela ficasse. E assim aconteceu!

Hoje, como sempre falamos, vira uma velhinha ranzinza ao encontrar outras fêmeas em passeios. Por outro lado, tem bastante energia e adora brincar com alguns amigos (“meninos”, é claro). Um cãozinho ao qual tivemos a oportunidade de proporcionar uma velhice com muito amor.

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